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Uma idosa de 62 anos, identificada como Joana Andrada Souza, foi assassinada a tiros dentro de casa durante o último fim de semana no povoado São Felipe, no município de Matinha, na Baixada Maranhense.
Segundo informações da polícia, homens armados bateram na porta da residência se passando por policiais. Ao abrir a porta, os suspeitos entraram de forma agressiva, alegando estar à procura de um parente da vítima.
O barulho acordou a idosa, que, ao verificar o que acontecia, foi atingida por disparos feitos por um dos criminosos. Mesmo após cair, ela ainda recebeu novos tiros. A filha da vítima tentou reagir e entrou em luta corporal com os suspeitos, mas acabou sendo agredida com coronhadas na cabeça.
De acordo com testemunhas, a casa já havia sido invadida anteriormente por pessoas que também afirmavam ser policiais.
O caso está sendo investigado pela Delegacia Regional de Viana. A Polícia Civil informou que segue ouvindo testemunhas e colhendo provas para esclarecer a motivação do crime.
Um homem identificado como José Ribamar Vale dos Santos foi morto a tiros na tarde do último domingo (16) na MA-101, próximo ao campo de aviação, em Carutapera. A Polícia Militar confirmou o crime após ser acionada por volta das 15h20.
Segundo o informações da PM, ao chegar ao local os militares encontraram a vítima já sem vida. A irmã de José Ribamar, Deuzilene Vale, relatou aos policiais que o crime teria sido cometido por dois suspeitos em uma motocicleta, porém não soube informar características do veículo ou dos autores.
A esposa da vítima, Jucielie Freita Sousa, que estava com ele no momento do crime, já havia deixado o local e foi localizada no hospital municipal. Ela informou aos policiais que o casal retornava de um balneário, onde havia almoçado, quando uma motocicleta passou a acompanhá-los na estrada.
Segundo o relato, ela estava de cabeça baixa e não conseguiu ver quem eram os ocupantes, pois várias motos transitavam na via naquele momento.
A equipe do hospital municipal removeu o corpo e identificou seis perfurações por disparos de arma de fogo: duas no rosto, duas no pescoço e duas no ombro esquerdo.
A Polícia Civil investiga a motivação e a autoria do crime.
Ao menos quatro suspeitos de assaltarem uma agência bancária do Bradesco em Arari, na Baixada Maranhense, foram localizados em Bacabal, na noite deste sábado (15). Dois morreram em confronto com policiais militares, segundo a Polícia Civil.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, a prisão foi realizada pela Polícia Militar, que monitorava os suspeitos após o assalto. Um deles foi localizado na região da Terra do Sol e preso. Em seguida, a polícia foi até uma residência em Bacabal, onde teria sido recebida a tiros. No confronto, dois suspeitos morreram.
Um dos suspeitos mortos foi identificado como ‘Bruno Magalhães’ e o outro não teve o nome informado. Já em relação aos presos, um deles já tinha mandado de prisão por roubo de cargas e assalto a banco, segundo a polícia.
Além das duas prisões, a polícia também apreendeu três motos, duas pistolas e um revólver calibre 38.
Crime aconteceu durante a tarde
O assalto aconteceu na tarde do dia 4 de novembro. Câmeras de segurança registraram o momento em que três homens armados invadiram a agência do Bradesco, renderam funcionários e vigilantes e fugiram com sacos de dinheiro.
Segundo imagens do circuito interno (veja acima), os assaltantes entraram pelo telhado e obrigaram dois vigilantes e um funcionário a deitar no chão. Eles retiraram os coletes e as armas dos seguranças.
Outra câmera registrou a fuga. Após recolherem dois sacos com dinheiro, os criminosos pularam o muro do prédio e fugiram em dois carros. A polícia informou que ainda não se sabe a quantia levada pelos assaltantes.
Um homem foi preso, na quinta-feira (13), por matar o próprio irmão e ameaçar o pai no povoado Forquilha de Campo, na zona rural de Pedro do Rosário, na Baixada Maranhense. Segundo a polícia militar, o crime aconteceu após uma discussão por causa de uma moto emprestada. Durante a briga, João Pacheco Farias Filho, conhecido como João Novo, usou uma espingarda tipo garrucha e atirou contra o irmão Denilson Medeiros Farias, que foi atingido no tórax e no pescoço. A vítima morreu no local.
Após o homicídio, João Pacheco ainda ameaçou o pai com uma faca. Para se defender, o homem pegou uma espingarda e atirou na perna esquerda do filho. Ferido, João Pacheco foi socorrido e levado ao hospital municipal Pedro Cunha Mendes, onde ficou sob custódia da guarda municipal. Depois de receber alta, ele foi encaminhado à delegacia de polícia civil junto com as duas espingardas usadas nos crimes.
O prefeito reeleito do município de Centro Novo do Maranhão, Júnior Garimpeiro (PSDB), foi detido em uma barreira policial instalada no município de Confresa, no Mato Grosso, nesta última quarta-feira, 12.
Ele e outras três pessoas, cujos nomes não foram informados, foram flagrados em uma caminhonete transportando sacos com minério e fragmentos de ouro supostamente extraídos de forma ilegal.
Os ocupantes apresentaram versões contraditórias ao afirmar que vinham de uma área de garimpo no município de Paranaíta, também no Mato Grosso.
Durante a vistoria, foram encontrados sacos com material terroso semelhante a minério e fragmentos amarelados aparentando ser ouro.
Um detector de metais confirmou a presença de substâncias minerais de valor.
No veículo também foram apreendidos GPS de alta precisão, rádios comunicadores, celulares, agendas com anotações de atividades garimpeiras, notas fiscais e invólucros metálicos.
Entre os materiais, havia documentos e listas escritas em idioma indígena, o que levantou suspeitas de atuação do grupo em área de reserva.
Todo material apreendido foi encaminhado para análise em laboratório em Cuiabá.
Em 2021, quando exercia seu primeiro mandato, Júnior Garimpeiro foi preso pela Polícia Federal e recolhido ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, na zona rural de São Luís, acusado de desmatar mais de mais de 60 mil hectares de mata nativa na região para abertura de garimpos ilegais de ouro, com uso de substâncias tóxicas.
Um casal foi preso na manhã desta quarta-feira (12) na cidade de Buriti Bravo, suspeito de liderar uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias.
Segundo as investigações, o casal usava documentos de terceiros para abrir contas bancárias e pedir cartões de crédito. Depois, realizava transações falsas com empresas ligadas ao próprio grupo, movimentando dinheiro de forma fraudulenta.
Após o repasse dos valores, as faturas dos cartões não eram pagas, o que causava prejuízos às instituições financeiras e enriquecimento ilícito dos suspeitos, de acordo com a polícia.
A ação foi realizada pela Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC) e do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT), com apoio da Delegacia Regional de São João dos Patos.
Durante a operação, os policiais apreenderam celulares, documentos e três veículos, além de cumprir bloqueio judicial de R$ 182 mil para tentar ressarcir as vítimas e aprofundar as investigações.
Além do casal, foram cumpridos mandados de busca domiciliar contra outros investigados por envolvimento no esquema, sendo dois em Buriti Bravo e dois no estado de São Paulo.
A Polícia Civil informou que a operação reforça o combate a crimes patrimoniais e tecnológicos e o compromisso da instituição com a proteção da sociedade maranhense.
Um homem foi preso nessa terça-feira (11) em Pindaré-Mirim, suspeito de estuprar e agredir a ex-companheira. A vítima procurou a delegacia para denunciar o crime.
Segundo o relato da mulher, o suspeito agiu com violência. Além de ser estuprada, ela foi agredida com socos, mordidas e enforcamento. A vítima também afirmou que o homem utilizou parte de um ventilador para atacá-la.
Após a denúncia, a Justiça determinou a prisão preventiva do suspeito, que foi localizado e preso em um povoado da zona rural de Pindaré-Mirim.
Durante a verificação do histórico criminal, a polícia descobriu que o homem já responde a outros processos por violência doméstica contra mulheres.
O suspeito foi encaminhado à Unidade Prisional de Santa Inês e deve responder pelos crimes de estupro, lesão corporal e injúria.
O dono de um motel foi preso em flagrante, na manhã desta segunda-feira (10), durante uma operação da Polícia Civil do Maranhão, em Timon. O estabelecimento, localizado no bairro Mateusinho, era alvo de investigação por tráfico de drogas.
De acordo com a polícia, o idoso, de 60 anos, vendia entorpecentes a frequentadores do motel e aceitava objetos furtados como forma de pagamento.
Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os agentes encontraram 72 pedras de crack, cerca de R$ 290 em dinheiro, uma espingarda calibre .22, diversos celulares e outros itens suspeitos de serem produtos de furto.
Diante dos fatos, o suspeito foi levado à Central de Flagrantes de Timon e autuado por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo.
A operação foi realizada pela Divisão de Captura e Inteligência (DICAP) da 18ª Delegacia Regional, com apoio do Grupo de Pronto Emprego (GPE). As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema.
As vítimas foram identificadas como Cleiton de Jesus P. Fonseca, de 29 anos, e Carlos Augusto J. Lopes, de 33 anos.
De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, a guarnição da Polícia Militar, foi acionada após relatos de disparos de arma de fogo no local. Ao chegarem ao estabelecimento, os policiais encontraram Cleiton Fonseca já sem vida, alvejado no ombro e no peito.
A segunda vítima, Carlos Lopes, foi encontrada gravemente ferida, com um disparo na região da cabeça. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal de Santa Helena, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade.
Testemunhas relataram que as vítimas estavam sentadas em uma mesa do bar quando foram surpreendidas por um homem de barba, vestindo camisa preta, que se aproximou a pé e efetuou vários disparos com uma pistola.
Após o ataque, o suspeito fugiu correndo, tomando rumo ignorado. No local, a polícia encontrou e apreendeu quatro cápsulas deflagradas de munição calibre .40. A área foi isolada até a chegada da polícia Civil, que ficou responsável investigação e pela remoção do corpo de Cleiton para o hospital.
A motivação do crime ainda é desconhecida. Até o momento nenhum suspeito foi preso. A polícia civil abriu inquérito para apurar o caso.